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Al. Fernando Batista Medina, 69, Centro - Embu das Artes - SP

ACISE realiza segunda reunião sobre plano contra enchente

A Associação Comercial, Industrial e Serviços de Embu das Artes - Acise voltou a reunir empresários e secretários municipais da cidade em sua sede no início deste mês. Esse é o segundo encontro sobre o tema desde os últimos alagamentos ocorridos no final de 2015 e início de 2016.
Este segundo encontro teve como objetivo ouvir dos responsáveis pela administração pública o que, de fato, foi feito após a primeira reunião. “Essa reunião de hoje tem a finalidade de ouvirmos dos secretários municipais as providências que foram tomadas a partir da reunião que tivemos dia 22 de Dezembro, em relação à enchente que fez comerciantes e moradores sofrerem. Mesmo quem não é comerciante sofreu com essas enchentes, então essa reunião é para todos”, salientou o presidente da Acise, José Batista Rodrigues.
A principal avenida da cidade, Elias Yazbek, tem sofrido alagamentos na altura do Pronto-Socorro Central. Após o Natal, até mesmo a sede da Prefeitura alagou. Participaram do encontro os secretários Nelson Pedroso (Obras),  Francisco Carlos Pereira (o Kal, do Trânsito e Transporte) e José Ovídio (Meio Ambiente e Desenvolvimento) além do engenheiro Francisco Marques e o Geólogo Paulo Brandão, da Defesa Civil. Também presente os advogados Lucas Caetano (presidente da OAB) e Luis Junqueira (presidente do Conseg), além dos diretores da Acise: Spencer Rodrigues, Amadeu Almeida, Edna Casoni, Paulo Bonadies e Edson Benotti. A presidente do Conseg-Pirajuçara, Claudia Rosa, também participou.
O geólogo Paulo Brandão, da Defesa Civil, falou que as obras de desassoreamento dos córregos que passam pela região central estão em andamento, porém, de forma ainda não efetiva, por conta de a prefeitura não dispor de um maquinário adequado. Segundo ele, a administração municipal terá dificuldades de executar o serviço até que a máquina específica chegue à cidade. “Enquanto ela não chega, a máquina [que a prefeitura possui] vai fazendo outros serviços. Acredito que até o fim de fevereiro o trabalho [com a nova máquina] já vai estar em andamento”, disse.
O secretário de Obras, Nelson Pedroso, falou que a prefeitura tem dificuldade no combate à enchente na região do PS Central, um dos pontos mais críticos. Segundo Pedroso, a água que inunda a avenida não é do córrego, mas vem de outros bairros. “Ali em frente ao posto de saúde [PS Central] é um problema grave, aquela água vem do Jardim Magali e desce tudo ali, a chuva vem muito forte. A água em vez de entrar no rio, ela volta [para a avenida]”, disse Pedroso.
A solução, segundo o secretário, seria construir uma espécie de “panelaço” que serviria para receber a água que chega à região em dias de chuva. A ideia é que a construção seja feita em um galpão que era usado para fabricar móveis, mas para isso será necessária uma conversa com o dono da propriedade, disse. Diante disso, empresários questionaram os prazos e o planejamento da prefeitura e cobraram rapidez nas ações. Alguns falaram que grandes empreendimentos da região contribuem para o agravamento das enchentes devido a suas obras que não dão vazão às águas da chuva.
O secretário José Ovídio informou que até o final do primeiro semestre ele terá informações sobre um plano de desenvolvimento que o governo do Estado está propondo, e que deverá ajudar a pensar em conjunto a questão da drenagem. O presidente da Acise propôs uma nova reunião a ser realizada no mês de Março, cuja data correta ainda será definida.  (Por Marcelo Valladão e Rômulo Ferreira)
 


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