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Al. Fernando Batista Medina, 69, Centro - Embu das Artes - SP

ACISE reúne secretários e técnicos da Prefeitura e pede providências sobre as Enchentes

A cidade de Embu das Artes, sobretudo a região central, sofreu nos dias 19 e 26 de dezembro, fortes chuvas que ocasionaram duas enchentes, com várias ruas sendo alagadas no Jardim Sílvia, entre as quais a rua Paulo do Vale e também a própria avenida Elias Yazbek, em frente ao Pronto Socorro Central, como já ocorreu por vários anos.
Além da invasão de diversas residências, vários comerciantes foram novamente surpreendidos pelas águas que transbordaram dos rios Embu-Mirim e do córrego da Ressaca, ocasionando a perda de produtos, equipamentos e a contabilização de inúmeros prejuízos.
Em atenção aos seus associados e até mesmo aos pequenos e médios empresários, associados ou não, e à população em geral, a Associação Comercial, Industrial e Serviços de Embu das Artes (Acise), recebeu os secretários Nelson Pedroso (Obras) e Francisco Carlos Pereira (o Kal, do Trânsito e Transporte), além do engenheiro Francisco Marque e o Geólogo Paulo Brandão, da Defesa Civil.
Inicialmente o vice-presidente da Indústria Hillmann Albrecht e o diretor de Mobilidade Urbana, Alessandro Rocha, fizeram uma pequena explanação sobre o objetivo do encontro, bem como pediram que os presentes se atentassem ao tema, sendo breves em suas colocações.
Os secretários foram interpelados sobre o trabalho de prevenção deste tipo de evento. Inicialmente, os empresários foram enumerando os problemas vividos. “É uma situação que assusta! É um absurdo! Uma chuva de meia hora inunda a cidade e ficamos à mercê de ninguém! Tinha que ser feito aqui um piscinão...”, afirmou o Sr. Wilker, comerciante.
O geólogo Paulo Brandão da Defesa Civil afirmou que o órgão fez um Plano Preventivo de Defesa Civil e que talvez tenha tido algumas falhas, faltando a previsão dos alagamentos, faltando buscar e informar as pessoas que geralmente são impactadas.
“Faz 7 anos que houve aquela última grande chuva em que a Aba perdeu cerca de 200 carros e vou falar sem técnico, vou falar na prática... se tivéssemos limpado a Ressaca, pro Embu ia ser pior, ia encher a cidade de uma vez”, afirma o secretário de Obras, Nélson Pedroso. “Em 2009, abrimos de 2 metros para 4 metros, tivemos até problema com a Cetesb, fomos abrindo até a divisa de Itapecerica da Serra (...). Não adianta só reclamar agora, temos que trabalhar para não acontecer mais”.
O secretário de Obras afirma que precisa continuar o trabalho de reter a velocidade da água, desassoreamento. “O ideal seria que o rio tivesse 30 metros de largura, mas o problema é que, não foi a água que invadiu, fomos nós que construímos na margem do rio”, diz Nélson.
Alguns comerciantes reconheceram que a obra feita há 4 anos foi bem feita e que preveniu enchentes, mas agora é necessário fazer, novamente, uma forte intervenção.
Outro ponto importante foi a discussão acerca das caixas de contenção, em que as grandes obras são obrigadas a implantarem, bem como a administração deve colocar em funcionamento alternativas como essa para evitar um escoamento muito rápido da água, ocasionando as enchentes.
“O que a Prefeitura está cobrando das empresas que estão gerando esse impacto na cidade?”, indagou a vice-presidente de Serviços da Acise, Regina Fernandes. Ela afirmou que quase se envolveu em um acidente de automóvel por conta da cheia.
Como encaminhamentos finais, os secretários se comprometeram, no dia 4 de Janeiro, colocarem as máquinas para trabalharem na rua Alexandrina Bassith e no decorrer do mês de Janeiro ela irá percorrer os trechos assoreados.
O presidente da Acise, José Batista, pediu que já ficasse agendada a próxima reunião sobre a continuidade e acompanhamento dos trabalhos. A próxima reunião ficou agendada para o dia 01/02/2016, às 18h15.

 


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